No jardim
das pedras tumulares
Última
morada terrena
Onde
repousam as vaidades
Ou desejos
de uma outra Terra
Amena…
E nas campas
singulares
Vislumbra-se
um silêncio de morte
E ao romper
da manhã
Sinos de
tempos passados,
Recordações
de uma outra sorte,
Quando essas
almas viviam
Alimentando-se
de amor…
E esse
eterno descanso
Desconheciam...
Conhecendo
apenas
Mais fome de
mais e mais amor
Ou forte
sofrimento e mais e mais dor…
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