O ídolo de
pés de barro
Rúgio aos
céus
Partiu-se em
dois
Desfez-se em
bocados enfraquecido
Para se
desintegrar depois
A multidão
que o admirava
Caminhava ao
seu redor descalça
Ferindo os
seus pés desnudos
Nos cacos
mudos
Que no chão
espalhados
Fendiam
esses dois mundos
De sonhos e
riquezas
Profundos…
…Imundos…
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